E agora como vamos tratar os telemóveis? E como nos vão conhecer? E já vai um joguinho de Ping Pong?

É este o primeiro “vidro” capaz de ler a impressão digital?

A notícia em causa, lida num telefone com impressão digital claro. Telemóveis sem home button.
A notícia em causa, lida num telemóvel com impressão digital claro.

Claro, acabou por aparecer uma marca chinesa, a Vivo, com um modelo de pré produção capaz de ler a impressão digital no ecrã dos seus telemóveis.  Na prática o sensor está por baixo do ecrã, a iluminação da imagem gerada quando colocamos o dedo ajuda à leitura.

Como se refere na notícia da CNET houve especulação de que esta tecnologia podia ser lançada com o Samsung Galaxy S8 (terá sido alterado em cima do joelho porque a tecnologia não era ainda suficientemente fiável) ou com o iPhone X. Agora há o rumor que poderá aparecer no Samsung Galaxy S9 que vai ser apresentado no MWC (Mobile World Congress), no fim de Fevereiro em Barcelona.


E a alternativa para não ter botões? Será a identificação facial?

O meu ecrã destrancado, basta passar o dedo para trabalhar. Mas isto só acontece porque estou a olhar para o telefone.
O meu ecrã destrancado, basta passar o dedo para trabalhar. Mas isto só acontece porque estou a olhar para o telefone.

Nem de propósito estou finalmente a testar como deve ser a famosa identificação facial do iPhone X. Confesso que estou tão habituado à impressão digital que pensei que não ia gostar. Mas, de facto, na maioria das situações é pura e simplesmente como não fazer nada. O iPhone avisa apenas o suficiente para que saibamos que está a tratar da segurança sem que o processo se meta no caminho que queremos. Funciona em movimento, funciona à noite, pura e simplesmente funciona. Mais ainda, enquanto estou a escrever isto no computador tenho o telefone na minha frente num ângulo em que pode “ver” a minha cara. Estou a descarregar uma aplicação e não quero que feche o ecrã, para ver o progresso da instalação.  Com o método tradicional teria que ir tocando no ecrã, neste caso o aparelho depreende que eu estou atento e não fecha, que é o que pretendo. Tenho que voltar a dizer, os sistemas anteriores de identificação facial não podem sequer ser comparados com esta tecnologia, basta ver que é a primeira vez que os bancos aceitam o método como sendo seguro. Acredito que, como aconteceu com a impressão digital, o método vai tornar-se banal noutras marcas de smartphones já este ano. A par dos ecrãs que lêem a impressão digital, se funcionar como anunciado.

Devemos ser educados com as máquinas?

A sondagem, nem todos escolhemos ser bem educados só por ser.
A sondagem, nem todos escolhemos ser bem educados só por ser.

Eu devia ter pensado nisto. Confesso que por graça e hábito sempre falei com o Siri e outros assistentes pessoais muito educadamente. Tipo – Alexa turn off the lights please, ou agradecendo quando o Siri confirma que enviou uma mensagem à minha mulher a dizer que vou a caminho. Este jornalista da The Verge faz o mesmo mas perguntou aos seus seguidores do Twitter como acham que se devem comportar nesta situação. O resultado entristeceu-me um pouco.
Há razões para mantermos a cortesia.

O artigo que eu gostava de ter escrito antes, pode lê-lo AQUI


Ping Pong com robot
Foi uma as máquinas mais faladas da CES em Las Vegas .

Forpheus da japonesa Omron terá como função ensinar jogadores
Forpheus da japonesa Omron terá como função ensinar jogadores

Um robot capaz de manter um jogo de Ping Pong com humanos. Na verdade não é capaz de bater a maior parte das pessoas, digamos que é fraquito com a raquete na mão. O seu forte é a capacidade de analisar o oponente e adaptar o jogo às circunstâncias. E melhora de ano para ano. Apesar destes importantes  méritos e da qualidade da investigação foi muito falado sobretudo porque dá imagens muito boas para TV… Como pode ver aqui.

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