Um carro que dança, um dançarino virtual e música clássica a acompanhar

Don’t panic. Este Roadster é igual ao vermelho que Elon Musk deixou no espaço, mas tem matricula portuguesa e não deve sair de cá tão cedo. E foi muito útil no próximo Futuro Hoje.
Don’t panic. Este Roadster é igual ao vermelho que Elon Musk deixou no espaço, mas tem matrícula portuguesa e não deve sair de cá tão cedo. E foi muito útil no próximo Futuro Hoje.

Puro divertimento com um toque de informação. Vi no meu telemóvel um carro literalmente a dançar e sem condutor dentro. Vale a pena ver o vídeo mas não aceito reclamações sobre o gosto da música, para isso vão falar com o Elon Musk, que aliás vai ser tema de uma reportagem minha. Vi um patinador dos jogos olímpicos suspenso no ar em minha casa com a janela do telemóvel. Ando a experimentar um concorrente do Spotify mas para quem gosta de Bach e afins, o problema deles é que o Spotify tem também a “clássica”.

Um carro que dança, e anda aí nas ruas portuguesas.

Isto não é nada, só mesmo vendo o vídeo ;)
Isto não é nada, só mesmo vendo o vídeo 😉

Chamemos-lhe um rigoroso exclusivo online 😉 Isto é quase uma previsão do próximo Futuro Hoje. Vou falar sobre Elon Musk provavelmente um dos homens vivos que mais tem garantido o lugar na história. O “exclusivo” que trago aqui é uma brincadeira um “Ovo de Páscoa” do Tesla X, um dos modelos que vai aparecer na reportagem. Uma autêntica dança automóvel toda feita em modo automático, claro. Ou seja é preciso carregar nos botões certos dentro do carro, sair do carro e depois…depois o melhor é ver o vídeo que fiz para este Vi no Meu Telemóvel (com o telefone claro) e subscrever para não perder nenhum. Quando digo que o carro anda nas ruas portuguesas é bem verdade, a Zeets que me emprestou uns Tesla para a reportagem tinha uns poucos para entrega, mas cada modelo X custa uns 130 mil euros dependendo das configurações.

O vídeo que fiz com o X

Notícias em realidade aumentada, ou pelo menos artigos de jornal.

Ver em três dimensões um atleta dos jogos olímpicos de Inverno na sala ou onde queiramos, e, detalhe com alguma importância, pela mão de um jornal.  É daquelas experiências das quais nem dizemos, seria impensável, porque simplesmente não pensávamos nisso. O New York Times tem artigos fantásticos e aventura-se na exploração de todas as novas formas de comunicar. Aqui temos realidade aumentada, e temos fotografia 3D com grafismo na mesma imagem a ajudar.

Pode ver um vídeo que fiz para demonstração aqui ( com o telemóvel claro) com a imagem do patinador americano Nathan Chen.

E pode ir à fonte ver o resto da informação e as outras 3 imagens que fizeram para ilustrar o artigo. Num computador pode ter apenas uma ideia aproximada, a experiência total só se consegue num iPhone actualizado mas está prometida uma versão para Android.  Veja AQUI

Idagio Versus Spotify

Os serviços de streaming alternativos ainda fazem sentido
Os serviços de streaming alternativos ainda fazem sentido

Ando a experimentar o Idagio. É um app e um serviço com o modelo do Spotify, só para música “Clássica”. Podemos ouvir no telemóvel, no computador, e com muita qualidade. Parece muito prometedor. Muito actualizado, vai tendo uns destaques interessantes e até exclusivos. O problema é o mesmo de muitas outras aplicações de música. Ou seja, o problema é que o Spotify existe. Até podÍamos dizer que faz sentido ter coisas destas mais de nicho, mas qualquer um cria o seu próprio nicho no Spotify, facilmente temos recomendações personalizadas quer pelo Spotify quer por outros utilizadores (pessoas mesmo). Por um lado dá vontade de apoiar, mas ou conseguem uma mais valia que os distinga perante o público potencial ou não conseguem criar o seu espaço.

Em Outubro do ano passado vi desaparecer com muita pena o Grammofy, o primeiro serviço de streaming dedicado à música classica. Se gosta do tema e se testar a o Idagio  (gratuito só por um dia sem inscrição ou 14 com inscrição, depois 9 euros por mês mas sem qualquer fidelização) diga-me o que lhe pareceu. Gostava mesmo de ter outras opiniões.

Sim, cá em casa todos gostam de Bach
Sim, cá em casa todos gostam de Bach

 


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