Toda a música numa só empresa

Fiquei contente e preocupado com o regresso de um dos serviços de música de que gosto, o Grammofy. A liberdade de ouvirmos a música que queremos onde queremos está a criar um monopólio? Parece.

Grammofy, Spotify e Idagio por esta ordem.
Grammofy, Spotify e Idagio por esta ordem.

Para já a app do Grammofy continua inactiva. É possível usar via web e a associação ao Spotify já funciona. O formato do Idagio parece mais uma sobreposição do que uma complementaridade em relação ao Spotify.

Não vi propriamente no telemóvel mas fiquei muito contente porque vai voltar ao telemóvel. Andei a experimentar umas semanas o Grammofy, um serviço de setreaming de música clássica com curadoria é apresentado um pouco como se fosse composto por programas de rádio, tem também uma função pedagógica. O Grammofy como seria de esperar e como tenho visto acontecer a outros morreu prematuramente. Eu por exemplo gostava muito de apoiar mas toda a música que ali tenho tenho também no Spotify. Não posso andar a multiplicar assinaturas por todos os serviços que me agradem.

O Grammofy anunciou a própria morte mas acaba de ressuscitar, dentro do Spotify. Todos os que têm Spotify Premium podem associar um serviço ao outro e ter direito ao Grammofy. Pelo caminho experimentei também o Idagio que receio venha também a desaparecer. Embora muito agradável, especializado e com qualidade, também andei a experimentar e em muitos casos (compositores e executantes) oferece menos do que consigo com o Spotify na mesma área. Se por um lado me agrada o regresso do Grammofy pelo mesmo preço que já pago, não deixa de ser preocupante este domínio do Spotify que não dá espaço nem a nichos de mercado.

Se conhecerem boas alternativas deixem comentários para eu explorar. Aqui.

 

2 comentários em “Toda a música numa só empresa”

  1. Caro Lourenço,
    Existe o Deezer, que me parece um bom concorrente ao Spotify.
    Tem um sistema de sugestões de músicas (flow), cujo algoritmo acerta com relativa precisão.

    1. Caro Pedro

      Claro que sim. Há mais. O ponto é em relação à música clássica e à empresa que está de facto a dominar o mercado. Até existem sistemas de streaming portugueses. Creio que eram os exemplos que melhor se adequavam…Mas já que falou nisso e como de facto não uso o Deezer há algum tempo já estou a aproveitar para me actualizar quanto à sua evolução. Estou a ouvir boa música no preciso momento em que respondo 😉

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