Os jogos que aí vêm, porque há jogos depois do futebol, nos nossos ecrãs. Fresquinhos da E3 em Los Angeles

Não é um cenário, é mesmo o evento da PlayStation com direito com espaço ao ar livre, tendas gigantes, fachadas inteiras e até um helicóptero. E3 em Los Angeles
Não é um cenário, é mesmo o evento da PlayStation com direito com espaço ao ar livre, tendas gigantes, fachadas inteiras e até um helicóptero

É quase um rotina da minha vida ir todos os anos, ou quase à E3 em Los Angeles. Já foi inequivocamente a maior feira de videojogos, já teve altos e baixos. Se deixou de ser a maior, inequivocamente, é também porque outros estão a conseguir muito sucesso, tentando também abranger toda uma cultura que passa pelos jogos e não apenas os jogos.

Só que a E3 era a maior quando não havia espaço para outras coisas, e enquanto feira profissional. Agora para crescer e ser sustentável tenta atrair também o público em geral e não apenas profissionais e jornalistas. E não tem para onde crescer.

A Electronic Arts faz um evento em separado nos 3 dias anteriores, a Microsoft assumiu a sério um espaço separado a pouca distância. Mantém um pé lá dentro mas o seu evento é a dois quarteirões de distância.

A Nintendo e a PlayStation assim como as outras editoras continuam para já fiéis à E3. A Nintendo faz o seu evento em streaming, uma apresentação do que quer mostrar e a PlayStation mantendo o evento de apresentação fora espantou até os próprios colaboradores e parceiros com um formato completamente diferente. Marcou, sem dúvida, e foi uma lufada de ar fresco, um evento a sério e não apenas uma apresentação em palco, por muito bem conseguidas que fossem as anteriores, podem espreitar no vídeo que aviso já que não faz justiça completa. Mas voltando à E3 dizia que a Nintendo e a PlayStation se mantém fiéis ao espaço, mas este nitidamente é insuficiente.

Depois de testar vários formatos este ano a manhã era só para profissionais e à tarde abriam as portas a qualquer um que comprasse bilhetes. Nem era preciso acertar o relógio, no instante em que nos sentíamos engolidos pela multidão, incapazes de dar dois passos contra a maré sabíamos que tinha acabado o período só para profissionais. Nitidamente a E3 para continuar a  ser e fazer jus à fama que tem terá que mudar, e não sou eu que terei a veleidade de pensar saber mais do que eles.

Não falei aqui dos jogos porque sinceramente é daquelas coisas em que as imagens dizem muitos mais. Vale a pena ver o primeiro dos dois Futuros Hoje que dedico à feira, e se se sentir atraído por alguma imagem basta colocar o nome no YouTube ou procurar os sites dos jogos que está lá tudo. Aqui ficam os sublinhados possíveis e para a semana que vem há mais.

O que não foi rotina de todo foi descobrir solas, ou como lhe queiram chamar, são umas coisas que se põem debaixo dos sapatos, para realidade virtual, garanto que já experimentei muita coisa e nenhuma me surpreendeu tanto neste campo, não acreditava e mudei completamente de opinião.

Pode ver AQUI a primeira parte da reportagem do Futuro Hoje

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